Dica de leitura I
Livro: COMO CRIAR SEU FILHO – DICAS DE PAI PARA PAI
Autor: Bruno Magalhães
172ª Edição
Capítulo 19 – Comida
21 passos para fazer seu filho comer normalmente quando ele se recusa a almoçar/jantar a comida oferecida.
Passo 1: Relaxe. Estressar é para os fracos.
Passo 2: Não o obrigue a comer; não vai dar certo.
Passo 3: Não use força bruta; não há necessidade.
Passo 4: Dirija-se à cozinha e abra a geladeira.
Passo 5: Localize uma garrafinha, geralmente de cor vermelha, e verifique se o rótulo contém os dizeres "ketchup" ou "catchup".
Passo 6: Use seu dom divino – ou sua "lógica masculina", chame do que quiser – e deduza os passos de 7 a 19 para economizar leitura.
Passo 20: Para evitar maiores problemas, não comente seus métodos com a mãe do seu filho. Omitir não é mentir.
Passo 21: Se os passos de 1 a 20 falharem, utilize o Método PhD de número 058 (vide "Lista de Métodos PhD" nas últimas páginas do livro).
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Em algum lugar, nas últimas páginas do livro…
Lista de Métodos PhD
…
058 – Deixe seu filho sem comer durante 24 horas e então ofereça-lhe comida novamente.
…
Obs.: Os "Métodos PhD" devem ser utilizados apenas em casos extremos. A eficácia de tais métodos é comprovada e garantida. Com eles não há falhas, pois Método PhD é PhoDa!
Coisas que eu gostaria de fazer hoje, mas não serei capaz.
(Este post ainda está em processo de edição.)
A título de curiosidade, eu nasci em 1979.
- Ver Elvis Presley em um show ao vivo, em Las Vegas, nos EUA.
- Espremer espinhas das minhas próprias costas.
- Falar inglês fluentemente antes de completar 10 anos de idade.
- Jogar futebol de areia na lua.
- Acompanhar a paixão de Cristo ao vivo.
- Encontrar-me com Hitler e dizer-lhe, “Fick dich!” (Eu certamente seria morto, em seguida.)
- Namorar a Sandy.
- Cuspir do topo do World Trade Center.
- Conhecer Ayrton Senna pessoalmente.
- Coçar meu ouvido com o meu cotovelo.
- Voar como o Superman.
- Ser famoso antes de completar 20 anos de idade.
- Conhecer meu avô materno. (Ele falecera antes de eu ter nascido.)
- Namorar a Sandy.
- Filmar o parto do meu filho. (Quem quiser uma câmera digital filha da puta usada, de graça, me avise.)
- Lamber a ponta do meu cotovelo.
- Ver Michael Jackson em um show ao vivo, em Bucareste, na Romênia.
- Ser um hacker famoso antes de completar 15 anos de idade.
- Ser pelo menos um figurante no filme Rambo 4, o melhor da franquia, na minha opinião.
- Entrar, acidentalmente, no gabinete presidencial da Casa Branca, no dia do episódio Bill Clinton – Monica Lewinsky. (Eu provavelmente seria morto, em seguida, e dado como desaparecido pela minha família, dias depois.)
- Namorar a Sandy.
- Ver Ella Fitzgerald em um show ao vivo, em Berlim, na Alemanha.
- Participar do movimento “Diretas Já”.
- Ser pelo menos um figurante em um dos tantos episódios do Chaves ou Chapolin Colorado.
- Conhecer Zacarias e Mussum pessoalmente, os mais engraçados dos Trapalhões, na minha opinião.
- Falar francês fluentemente antes de completar 10 anos de idade.
- Ter orgasmos múltiplos, igual a uma mulher.
- Namorar a Sandy.
- Dar uns amassos na rainha Cleópatra.
- Lutar alguma arte marcial, antes de completar 20 anos de idade.
- Puxar o cabelo do Bozo e levantar o vestido da Vovó Mafalda.
- Ser gigolô aos vinte e poucos anos, em Paris, na França.
- Viajar o mundo antes de completar 30 anos.
- Conhecer Pixinguinha pessoalmente.
- Namorar a Sandy.
- Graduar-me em arquitetura antes de completar 25 anos de idade.
- Espirrar com os olhos abertos.
- Ver um desfile, ao vivo, das modelos Cindy Crawford, Claudia Schiffer, Stephanie Seymour e Linda Evangelista no auge de suas carreiras.
- Falar alemão fluentemente antes de completar 10 anos de idade.
- Ver Roberto Carlos, ao vivo, ganhar o Festival de Sanremo, cantando "Canzone per te", na Itália.
- Ser pelo menos um figurante no filme Rocky 6, o melhor da franquia, na minha opinião.
- Namorar a Sandy.
- Conhecer Tom Jobim pessoalmente.
- Lamber minha sobrancelha.
- Comemorar meus 15 anos de idade com um bolo gigante, recheado com a Marilyn Monroe.
- Comprar um Gordini zero km, de fábrica.
- Assistir ao Repórter Esso.
- Medir os decibéis do grito do Tarzan, interpretado pelo ator Gordon Scott.
- Namorar a Sandy.
- Conhecer a princesa Diana pessoalmente.
- Participar do movimento hippie, nos EUA.
- Não precisar ter operado de fimose.
- Descobrir petróleo no quintal de casa antes de completar 15 anos de idade.
- Cantar o Hino Nacional inteiro “arrotado”.
- Lamber meu umbigo.
Já ouvi dizer que quando a gente agoura algo por 7 vezes, no dia 7 de qualquer mês, o inverso acontece com a gente. Mas isso é bobeira, lógico. Eu não faço isso. Não acredito nisso, não. É pura superstição.
O certo e o errado
O homem inventou o conceito de “certo ou errado”; mas afinal de contas, o que é certo e o que é errado? Isso é muito relativo.
Veja um exemplo simples… Em algumas culturas, um homem pode ter várias esposas, e isso é algo absolutamente normal, portanto é considerado “certo”. Na nossa cultura, ter mais de uma esposa é considerado bigamia (ou poligamia), que é um crime, portanto é “errado”. Então, pergunto, qual cultura está certa? A nossa? Por quê? Qual está errada? Está vendo como o conceito do “certo ou errado” é relativo?
Um outro exemplo banal… No supermercado, existe um caixa preferencial, destinado a idosos, deficientes físicos, gestantes e pessoas com criança de colo. Se você me perguntar se eu acho isso certo, eu diria que sim, em termos. Aquelas pessoas realmente precisam de um atendimento preferencial, mas veja bem; entre um idoso, um deficiente físico, uma gestante e uma pessoa com uma criança de colo, quem tem “mais” preferência? É difícil dizer, não é? Será que é certo ter um único caixa para todas essas pessoas? Seria errado separar um caixa só para idosos ou só para gestantes, por exemplo?
Outra coisa, imagine a seguinte situação: dois idosos estão na fila do caixa preferencial. O primeiro tem um carrinho lotado de mercadorias, o segundo tem apenas um pacote de pão e um pote de manteiga na mão. Agora, pergunto, do que adianta o segundo idoso estar na fila do caixa preferencial, sendo que o primeiro tem um carrinho cheio de compras para passar pelo caixa ainda? Isso vai demorar. Seria mais fácil o segundo idoso ir para a fila do caixa rápido, de 10 volumes, concorda? Então, voltemos à questão do “certo ou errado”… É certo ter um caixa preferencial que demora mais que um caixa rápido? Outra coisa, se aquele segundo idoso vai para o caixa rápido, teoricamente ele está tomando o lugar de uma pessoa que não é idosa. E aí? É certo isso? Ele não tem um caixa preferencial só para ele? O que ele está fazendo no caixa rápido? O mais “certo”, então, talvez, seria ter caixa preferencial comum e caixa preferencial rápido.
Você deve conhecer o caixa eletrônico do Banco24Horas que disponibiliza saques, saldos e extratos de mais de 40 bancos. Pois bem. Ultimamente, sempre que uso tal caixa, logo após passar o cartão, aparece uma tela, oferecendo-me um tipo de proteção que, na minha opinião, é no mínimo duvidosa. Eles oferecem um tipo de seguro contra uma possível clonagem do meu cartão, seguida por movimentações indevidas na minha conta, realizadas em qualquer caixa do Banco24Horas. Como assim? Eles juram que acham isso certo? Eu não acho. Eu não sou obrigado a pagar por um seguro desses! Eles é que têm que se virar para me proteger contra tal golpe. E se eu não aceitar o seguro (nunca aceitei) e o meu cartão for clonado? O culpado seria eu? Eu teria sido negligente? Quem me garante que o próprio Banco24Horas não clonaria meu cartão? Ele pode muito bem clonar meu cartão, roubar meu dinheiro, colocar a culpa em uma gangue qualquer e me acusar de negligência, não é verdade? Não estou aqui questionando os princípios éticos do Banco24Horas, muito menos tentando difamar o nome da instituição. Não distorçam minhas palavras. Estou apenas fantasiando uma hipótese, pois neste mundo, infelizmente, tudo é possível.
Existem pessoas que, por questões religiosas, não aceitam transfusões de sangue, porém aceitam transplantes de órgãos. Na minha leiga opinião, isso é meio paradoxal, não? Tais pessoas baseiam-se nas Escrituras Sagradas para justificar suas opiniões. OK, mas não seria, talvez, uma má intepretação de tais textos sagrados? Aliás, o que é certo e o que é errado quando se trata de interpretações? Pois nem todo texto dá margem para uma única interpretação.
Traição. A própria palavra já transmite uma ideia de algo errado. Toda vez que se fala em traição, menciona-se também a confiança. Esta, pelo contrário, transmite uma ideia de algo certo. Geralmente dizemos que traímos a confiança de alguém. Bem, significa, então, que se não existir confiança, a traição é aceitável? É isso? Vejamos… João dá dinheiro a José para comprar um objeto qualquer em algum lugar. João não confia em José, mas como ele mesmo não pode ir e não há outra opção, ele se vê obrigado a usar os préstimos de José. José pega o dinheiro, some com ele e nunca mais dá notícia. E aí? José traiu a confiança de João; mas como João já não confiava nele mesmo, José não traiu João. Certo? Ou errado?
Eu poderia continuar citando vários e vários outros exemplos, mas acho que não é necessário. Como podem ver, o conceito de “certo ou errado” é muito vago. É o mesmo que dizer que algo está perto ou longe. Perto ou longe de quê? De quem? É relativo. Exige-se um referencial.
O homem inventa suas leis, baseadas em conceitos também inventados por ele; e não há como saber se tais leis e conceitos procedem. Obviamente, o uso de senso crítico, lógica, matemática, sentimentos, não deixa de ser um fator determinante. Mas será que somos aptos o suficiente para criar tais regras e usá-las como modelos, diretrizes para a vida? Sei lá. Só sei que é algo muuuito complexo. Como diria o Sinhozinho Malta, “Tô certo ou tô errado?”
Meu voto é nulo!
É dia de eleição. Que saco! Sim, eu não gosto. Por quê? Vai encarar?
Quando eu digo que votei nulo, alguém sempre me pergunta, "Por quê?" E eu sempre respondo, "Porque, por questões lógicas, a própria lei me obrigou a fazê-lo." Explico…
Pergunta: Qual o fato mais recorrente em toda e qualquer eleição?
Resposta: A grande maioria dos candidatos são sempre os mesmos, ou então apoiados pelos mesmos.
A nossa constituição nos garante o "direito de votar", mas também nos impõe o "dever de votar". Temos ainda o direito de escolher em quem queremos votar, certo? Depende do ponto de vista. Veja bem…
Nós temos o direito de escolher, sim, porém podemos escolher apenas entre aqueles que se candidataram. Como, obviamente, todo político se recandidata ou então é apoiado por algum outro de relevante expressão, as opções que temos acabam sendo praticamente as mesmas. Conclusão: se as opções são praticamente as mesmas, o meu direito de escolha é indiscutivelmente limitado.
Partindo do princípio que eu tenho um direito de escolha limitado e sou obrigado a votar, se por um motivo ou outro eu não me simpatizar com nenhum dos candidatos, a única opção que me resta é votar nulo. Em outras palavras, eu não tenho realmente o direito de escolher em quem votar, pois se nenhum candidato me agrada, eu acabo sendo forçado a votar nulo; ou então a votar em qualquer um deles, contra a minha vontade. Resumindo, a lei é falha, pois ela mesma anula o meu direito de escolha.
Só para esclarecer, me refiro a eleições para presidente, senador, governador e prefeito. Quando se trata de deputados e vereadores, é diferente, pois a gama de opções é muito grande, o que torna a escolha mais razoável.
Na minha humilde opinião, já que somos obrigados a votar, penso que, na urna eletrônica, além dos candidatos, do voto em branco e do voto nulo, deveria existir uma quarta opção que nos permitisse votar por uma "nova eleição, com novos candidatos". Por exemplo, consideremos uma eleição com cinco candidatos à presidência da república. Se, depois da apuração, a maioria dos votos fosse destinada a uma nova eleição, aqueles cinco políticos candidatos estariam automaticamente eliminados e proibidos de apoiar novos candidatos; e só poderiam se candidatar novamente na próxima eleição, quatro anos depois. Consequentemente, novos políticos deveriam se candidatar. Só assim eu acredito que teríamos realmente o direito de escolher em quem votar.
Meu garoto!
Hoje, estávamos, meu filho – de oito meses e meio de idade – e eu, na fila de um caixa, no supermercado. Eu o segurava no colo. Na fila do caixa ao lado, havia uma mulher também com sua filha no colo, uma garotinha ruiva, de olhos azuis, lindinha, de aproximadamente um ano de idade, creio eu. Quando elas nos viram, a mãe apontou para o meu filho e disse, “Olha, lá, o neném, filha!”
Pobre mãe inocente! Mal sabia ela que acabara de apresentar sua linda cria ao mais novo garanhão da cidade, pois ao ver a menininha, meu filho esticou o bracinho em direção a ela, começou a abrir e fechar a mão como se quisesse pegá-la e disse, “Dá! Dá! Dá! Dá!”
Posso dizer, orgulhosamente e sem sombra de dúvida, que essa foi a primeira “cantada” do meu filho. Aliás, que cantada, heim? Isso é o que eu chamo de ser direto, ir logo ao ponto, sem rodeios. Apesar da pouca idade, meu rebento já honra os culhões e, pelo jeito, gosta de mulheres mais velhas. Meu garoooto!
Alegrias e tristezas
(Este post ainda está em processo de edição.)
- Alegria de velho gagá é contar sempre a mesma história, repetidas vezes, para os netos.
- Tristeza de neto é ter um velho gagá como avô.
- Alegria de homem apertado é achar um banheiro sem fila para urinar.
- Tristeza de homem apertado é espirrar enquanto urina.
- Alegria de mulher apertada é achar um banheiro sem fila para urinar.
- Tristeza de mulher apertada é achar um banheiro sem fila, porém imundo, para urinar.
- Alegria de professor é férias.
- Tristeza de professor é passar as férias com o salário que ganha.
- Alegria de mendigo é porta de igreja após uma missa.
- Tristeza de mendigo é porta de igreja após uma missa em dia de chuva.
- Alegria de político é ganhar a eleição.
- Tristeza de político é saber que além de ter perdido a eleição, também perdeu todo o dinheiro do carro que vendeu para investir na campanha; e descobrir que ele tem muito menos amigos do que imaginava.
- Alegria de bebê é jogar brinquedos no chão, um a um, para ver adulto catá-los.
- Tristeza de adulto é ter um bebê que só tem um brinquedo.
- Alegria de caixa de supermercado é voltar troco faltando três centavos para um cliente que não reclama.
- Tristeza de caixa de supermercado é ter “eu” como cliente.
- Alegria de uruguaio é passar as férias no Brasil, em Camboriú-SC.
- Tristeza de uruguaio é ser confundido com argentino.
- Alegria de palhaço é ver o circo pegar fogo.
- Tristeza de bombeiro é quando tem circo na cidade.
- Alegria de servidor público é trabalhar o mínimo possível.
- Tristeza de cidadão é depender de servidor público.
- Alegria de rato é ganhar queijo de graça.
- Tristeza de rato é quando o queijo grátis está preso a uma ratoeira.
- Alegria de tartaruga é entrar na piscina do quintal.
- Tristeza de tartaruga é atravessar o quintal para chegar à piscina.
- Alegria de gari é não ter lixo para recolher.
- Tristeza de gari é perder o emprego por falta de lixo a ser recolhido.
Coisas que deveríamos saber do(a) parceiro(a) antes do casamento
Há tempos atrás, muita gente, principalmente homens, se preocupava com a “pureza” do futuro cônjuge. Por exemplo, era praticamente inconcebível casar-se com uma mulher que já houvesse perdido a virgindade. Mas, neste mundo moderno em que vivemos, o assunto já não é mais tabu. Hoje em dia, a perda da virgindade antes do casamento, às vezes, é encarada até mesmo como uma espécie de test-drive.
Existem tantos outros assuntos “importantíssimos” que deveríamos discutir antes do casamento, que o tema virgindade acaba se tornando obsoleto. Se você ainda é noivo(a) e está prestes a se casar, aqui vão algumas dicas indispensáveis sobre o que perguntar ao(à) seu(sua) parceiro(a) antes de consumar o tão sonhado matrimônio.
A maioria das frases que contêm “masculino” obviamente também são usadas com “feminino”.
- Você ronca?
- Você sofre de bruxismo?
- Você é sonâmbulo?
- Você conversa enquanto dorme?
- Você é pedófilo?
- Você é louco?
- Você é maníaco?
- Você é ninfomaníaco? Se importa se eu for?
- Você jura que não tem um irmão gêmeo?
- Você guarda ou coleciona itens incomuns como o seu umbigo seco; lascas de unhas do seu pé direito, cortadas a cada Réveillon; camisetas suadas e fétidas da época do colégio, cheias de assinaturas de colegas; bexiguinhas de diversas cores que amarravam antigos saquinhos de pipoca doce; etc.?
- Você tem pés gelados? Se sim, dorme usando meias?
- Você solta puns debaixo da coberta? Se sim, costuma cheirá-los depois?
- Quando usa a pasta de dentes, você aperta o tubo sempre na parte de baixo, empurrando o conteúdo até o bico, ou aperta em qualquer parte, pois o que lhe importa é que a pasta saia, independente de onde se aperta?
- Quando troca um rolo de papel higiênico, você o coloca no suporte de forma que a folha saia por cima ou por baixo dele?
- Após escovar os dentes, você costuma fechar a porta do armarinho do banheiro, ou não se importa em deixá-la meio aberta?
- Você usa capas ou caixinhas para guardar sua escova de dentes, ou a deixa ao léu em um copo sobre o lavatório ou simplesmente dentro do armarinho?
- Você consegue remover etiquetas de produtos de modo que elas saiam por inteiras ou as puxa de qualquer jeito, tirando apenas algumas lascas e deixando cola para trás?
- Você mantém o vaso sanitário sempre tampado ou deixa a tampa e/ou o assento sempre levantados?
- Você rói unha?
- Você tira “titica” do nariz com os dedos em público? Se sim, você as come depois?
- Você lava sua cueca ou calcinha durante o banho ou simplesmente a coloca no cesto de roupas sujas, ainda com aquela marca fecal, semelhante a uma “freada de pneu de bicicleta”?
- Você faz uso exagerado de cremes para a pele a ponto de quase escorregar da cama enquanto dorme?
- Você corrige erros de português de outras pessoas e não gosta de ser corrigido?
- Você canta no chuveiro? Se sim, é afinado, pelo menos?
- Enquanto uma música está sendo tocada, você canta junto, totalmente desafinado? Se sim, canta alto? Inventa letra (principalmente se for em outra língua)?
- Você bebe água, suco, refrigerante, leite no bico da garrafa e depois a devolve para a geladeira?
- Você tem gostos alimentares estranhos como macarronada com achocolatado em pó, quibe cru com café solúvel, manjar de coco com Ajinomoto ou estrogonofe de frango com Amanditas?
- Quando quer mostrar algo para alguém no computador, você simplesmente aponta ou chega a encostar seu dedo gorduroso na tela?
- Quando as pilhas do controle remoto estão fracas, você as troca ou simplesmente deixa de usá-lo?
- Você pendura quadros tortos nas paredes? Se sim, jura que não percebe que estão tortos?
- Você puxa ou empurra uma cadeira sem suspendê-la, arrastando-a e, consequentemente, arranhando o piso?
- Quanto tempo dura a sua TPM?
- Você usa o banheiro com a porta aberta? Se sim, você também se limpa com a porta aberta?
- Você tem manias como não pisar em linhas ou trincas no chão; guardar tudo que acha na rua, dizendo que um dia poderá precisar daquilo; assoar o nariz no quintal, sem o uso de um lenço, apertando uma narina de cada vez; assoviar sempre a mesma música – por exemplo, o tema do filme “A ponte do rio Kwai” – repetidas vezes, enquanto lava a louça ou a garagem; cheirar as próprias meias quando as tira; assistir TV com o volume muito alto sem necessidade; etc.?
- Quando tem um fiapo de carne preso entre os dentes, você os chupa, produzindo assovios irritantes, ou usa um fio dental ou palito para livrar-se do incômodo?
- Você é hipocondríaco? Se importa se eu for?
- Você coloca o sabonete em qualquer lugar sobre o lavatório quando este possui uma saliência côncava própria para ser usada como saboneteira?
- Você lava uma panela apenas por dentro, deixando o fundo e, às vezes, até mesmo o cabo dela sujos?
Bom, essas foram apenas algumas de que me lembrei no momento. Mas, como pode ver, são detalhes importantíssimos de serem analisados antes de ingressar em uma vida a dois. Obviamente, há pessoas que não se importam. Se você é uma delas, apenas case e seja feliz.